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Adicção Significado

Vivemos atualmente em uma sociedade que trabalha arduamente para o próprio desenvolvimento econômico e social. Nunca na história do globo se trabalhou tanto para movimentar esse processo de ascensão econômico-social que estamos envolvidos. Ao mesmo tempo em que nos preocupamos para nos desenvolver, o comportamento da sociedade se altera com o movimento do evolutivo ao longo desse processo.

Em história, seja desde o jardim de infância como na faculdade, estudamos o comportamento social da sociedade dentro do contexto em que a mesma se insere, justamente para aprender como devemos nos tornar sócio economicamente aprimorados.

Tal comportamento serve de base para estudo dos problemas que são criados através desse ciclo de desenvolvimento social que permeiam os aspectos da sociedade como um todo.

Assim avaliando a questão comportamental e buscando as informações necessárias, podem-se criar projetos para resolver problemas sociais e ao mesmo tempo prevenir para que a sociedade em questão não adoeça.

 

Doenças Psicossomáticas

 

Partindo desses princípios podemos adentrar no ambiente das doenças psicossomáticas, ou seja, estudando os efeitos e fatores sociais e psicológicos humanos, que refletem na questão de bem-estar físico da humanidade em geral.

Onde as características mentais de uma pessoa se reflete nas em seu de engajamento social, no posicionamento da mesma na sociedade, e a maneira que é vivenciada a vida. Quanto mais saudável a mente, menos se desenvolvem problemas sociais, pois o indivíduo consegue lidar com situações e pessoas com mais leveza e ao mesmo tempo de uma maneira sadia.

Dentro das questões comportamentais relacionadas ao abuso de substancias químicas, muitas pessoas confundem o engajamento entre indivíduo e objeto (droga/álcool) como a adicção. Quando na verdade, a dependência química está relacionada à ao comportamento adictivo. É como se o uso da substância fosse a cereja e bolo (Relação de Dependência) e todo o processo comportamental envolvido para que essa cereja estivesse lá fosse a adicção.

 

A doença da adicção

 

A doença da adicção está relacionada à maneira que o dependente químico responde aos fatores sociais com o intuito de manter-se dentro do quadro de uso. Onde manter esse comportamento adictivo – já conhecido – pelo indivíduo, seja viável para manter uso e o justificar.

O comportamento e significado da adicção é um fator biopsicosocial-ambiental desenvolvido por indivíduos que, ao longo da vida desenvolveram comportamentos que fizessem com que os mesmos conseguissem suportar a pressão, problemas ou tensões rotineiros, com o intuito de eliminar sentimentos negativos. São hábitos comportamentais aprendidos desde a infância de maneira que fossem sugeridas gratificações emocionais.

E que como consequência eliminam a ansiedade, medo, auto-crítica, sentimento de aprovação do indivíduo. São hábitos mal adaptativos onde a pessoa quer fugir de situações de maneira a não querer enfrentar sentimentos que são gerados em decorrência de certas situações.

Em lares onde normalmente há uma deficiência no processo educacional (conturbados ou abusivos), a presença da personalidade adictiva é maior. São lares onde a criança cresce com um déficit comportamental na intenção de eliminar sentimentos negativos. Sendo assim o egocentrismo, a manipulação, mitomania, arrogância, prepotência, dificuldade de lidar com crenças, dificuldade de interagir com transcendência pra consigo e com os outros, se tornam parte do vício de conduta do indivíduo.

Então, passar por cima de crenças e princípios de caráter com a intenção de se livrar de situações que permitam eliminar esses sentimentos é comum.

A questão deste estudo do comportamento e significado da adicção atualmente é um processo de alto engajamento da medicina moderna, porque engloba diversos fatores que envolvem o tratamento de outras doenças que antigamente aparentemente não tinham ligação com a adicção, como por exemplo, a depressão.

A pessoa que desenvolve esse comportamento adictivo desde sua infância, pode se tornar um adulto com alta probabilidade de ser depressivo ou de criar situações onde há um ciclo de depressão para justamente justificar o comportamento adictivo.

Por exemplo:

Uma pessoa que é adicta e que como consequência sofre de dependência química, pode justificar seu abuso de substâncias através de um ciclo que envolve: pensamentos negativos sobre si mesmo e situações rotineiras que, como consequência justifiquem suas atitudes negativas para consigo e para com os demais, para então novamente criar comportamentos adictivos e que mantenham seu uso.

É como se na verdade fosse criar um ciclo de dor onde sempre terá uma justificativa para se dar o devido valor ao anestésico. O ciclo de pensamento seria em tese assim: “Sou infeliz e preciso usar, mas preciso usar e ser infeliz mas pra ser infeliz e precisar usar” justamente para alimentar esse ciclo.

Para ficar mais fácil ainda, é como se fôssemos todos tratar a obesidade com um cirurgia bariátrica ou bypass e medicamentos ao invés de buscarmos uma reeducação alimentar, pois se reeducar seria deixar de ter os mesmos comportamentos.

Então, para se ter uma sociedade mentalmente sadia precisa-se entender com mais afinco os processos de um amadurecimento psicossocial e o tratamento de doenças psicossomáticas para justamente aprimorar o envolvimento e o engajamento de um indivíduo em uma sociedade.

 

Tratamento da doença da adicção

 

Atualmente não existem processos altamente eficazes para se tratar pessoas que sofrem da doença da adicção. Hoje em dia é mais comum que indivíduos realizem o tratamento vinculado a algum tipo de dependência de maneira a identificar apenas os comportamentos envolvidos para aquela situação específica.

Por fim, a terapia cognitiva comportamental imediata identifica esses comportamentos ligados a substancia, mas não dão de imediato um diagnóstico expressivo demonstrando se o indivíduo sofre ou não da doença da adicção.

O uso de medicações administradas por profissionais da saúde mental, como psiquiatras, auxiliam o individuo sentir menos ansiedade e como consequência, não há a necessidade de um comportamento adictivo para consigo mesmo com o intuito erradicar tal sensação.

Concomitantemente pessoas que sofrem de dependência química, independentemente se necessitam de um cessar fogo de uso (institucionalização ou internação), são pessoas que precisam além de atendimento psiquiátrico, de um atendimento terapêutico para que conheçam a si mesmas e conforme o tempo terapia; consigam identificar esses comportamentos no intuito de reduzi-los ou com o tempo ou cessa-los. E como consequência, indivíduos mentalmente saudáveis.

Créditos: Renan Regulo Re

Renan Rugolo Ré
Renan Rugolo Ré

“Não somos responsáveis pela nossa doença, mas somos responsáveis pela nossa recuperação”