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Clínicas de Recuperação e os Desafios Para o Jovem

Não é fácil de se perceber que para uma pessoa que sofre da dependência química ou da doença do comportamento adictivo, compulsivo e obsessivo viver de forma saudável é desafiante. Justamente por envolver muitas questões externas e comportamentais internas onde, lidar com todos os sentimentos resultantes desse processo, não é algo simples. Clínicas de recuperação e os desafios para o jovem tem como intuito guiar um meio prático de orientar as famílias envolvidas no processo de internação e os desafios que os jovens têm na tanto para lidar com a doença quanto para lidar com os desafios que envolvem a recuperação.

Aceitação e Preparativos


Ao aceitar o processo de internação, o dependente químico cessa o procedimento de uso, e como consequência ao longo, faz com que a sobriedade faça com que haja aceitação progressiva ao tratamento. Juntamente a auto-aceitação é algo muito importante para a adesão ao tratamento. Em clínicas de recuperação e os desafios para o jovem entender que a doença do comportamento adictivo é tão extrema ao ponto de fazer com que os comportamentos obsessivos e compulsivos sejam algo tão feroz, de maneira que o indivíduo não consiga tomar suas próprias decisões. Ou seja, agir sempre em prol a substância.

Os preparativos para o processo de internação envolvem muitas questões. São questões familiares, questões afetivas, questões de sentimentos. Enfim, não é fácil para ambas as partes, mas ao mesmo tempo é uma conquista. Conquista pra quem vai se tratar, e conquista pro familiar que está fazendo o processo de internação. Para muitos que não vivenciaram esse processo de institucionalização, podemos explicá-los de maneira muito simples e divididas em três etapas sendo elas : vagas e documentações, o fazer das malas e apetrechos e por fim, a internação.

 

Vagas e Documentações


Como citado anteriormente, a questão da internação não é um procedimento simples. Envolvem diversos fatores como: financeiros, de planos de saúde, disponibilidade de vagas e a escolha do local adequado para tratamento. Mas antes mesmo de selecionar um local adequado existem diversos elementos a serem analisados, principalmente pela droga de escolha e o comportamento obcessivo compulsivo do adicto na reincidência do uso. Então a necessidade de escolha por instituições fechadas ou abertas está diretamente ligada ao uso. Exemplificando, você não deve internar uma pessoa que sofre de uma grave dependência de crack em uma instituição aberta onde ele terá o poder de escolha de aderir ou não ao tratamento. Deve-se tratar a dependência química como doença e uma das questões é a que a predisposição do “paciente” nem sempre é das melhores.

Mas ao escolher uma clínica ou hospital, deve-se imediatamente procurar informações do local e avaliações sobre o mesmo. Afinal, o princípio da escolha é acertar o tratamento de acordo com o paciente. Uma vez escolhida a instituição é hora de reservar a vaga e organizar as documentações.

As mesmas envolvem diversos exames e cartas de avaliações psicológicas onde há a indicação da necessidade do processo de internação, cujo o médico psiquiatra realizará esse procedimento. Alguns procedimentos que envolvem recomendações de assistentes sociais também são necessários, ainda mais se envolverem planos de saúde. Automaticamente a realização de exames sorológicos para a avaliação de doenças do sistema imunológico e hemogramas são necessários. Exames glicêmicos normalmente também são exigidos justamente para avaliar a questão alimentar. Ao final tire uma cópia autenticada em cartório e deixe juntamente com os exames.

 

Fazer das Malas e Apetrechos


Exames realizados e com resultados em mãos, cartas de recomendações ao processo de internação por psiquiatras e assistentes sociais e a vaga reservada na instituição. Pronto, você já tem 80 por cento do processo de internação realizado, agora, próximo a data de internação você deverá fazer sua mala, apesar de parecer simples, não o é. Esse procedimento envolve diversas questões, principalmente questões assertivas do que pode ser levado ou não em instituições.

Muitas clínicas e hospitais psiquiátricos fazem revistas nas malas e muitas das coisas que se é levado, acaba por ser retida na ala de internação. Existem instituições que fornecem para os familiares um guia do que pode ser levado ou não. Então preparar uma mala adequada a instituição é algo assertivo no processo de internação. Normalmente desodorantes aerosol não são recomendados justamente por poderem ser usados como instrumentos para a agressão física e além do mais podem ser inalados de maneira que os pacientes utilizem para fim de drogadição. Os calçados também devem ter uma atenção redobrada. Pois existem instituições onde a presença de calçados com cadarços pode ser uma barreira para o processo de internação justamente por questão de segurança. Juntamente com isso acessórios como brincos, piercings, pulseiras/colares e principalmente, cintos. Shampoos e sabonetes líquidos são os mais indicados, justamente por não ter como serem compartilhados.

 

A Internação

 

Agora já estamos no dia de realizar o procedimento. Malas bem feitas e padronizadas de acordo com a instituição, exames e cartas de internação realizados e agora já se está a caminho da clínica ou hospital. Com relação à família, esse momento é um momento desgastante. Não é fácil, pode levantar até dúvidas na hora de se realizar esse procedimento, mas ao mesmo tempo é um passo muito importante onde muitas das questões sobre a doença serão trabalhadas. É um procedimento evolutivo para ambas as partes. Tanto para o adicto que se tornará paciente quanto para o familiar que é dependente emocional.

Normalmente, muitas das instituições na hora de se realizar a internação, fazem uma pequena entrevista com o adicto e com a família, justamente para conhecer mais sobre o paciente e como funcionam as relações entre ambos. Dependendo do horário em que se é realizado o procedimento de internação “dias úteis e horário comercial” em CT’s (Comunidades Terapêuticas) é realizado o atendimento com a equipe de enfermagem, assistente social e psicólogos. Já nos hospitais psiquiátricos, existem psiquiatras 24hrs 7 dias por semana que irá novamente realizar uma entrevista com o paciente e familiar para realizar o procedimento de internação. Caso seja durante a semana em horário comercial, nestes estabelecimentos tanto o médico, psicólogos, equipe de enfermagem e assistente social, estarão disponíveis.

 

Desafios para o Jovem


O processo de internação em clínicas de recuperação e os desafios para o jovem, já são desgastantes de imediatos. Pois justamente ao sair da zona de conforto do uso e enfrentar a doença nua e crua aparentemente “sozinho” sem os familiares, gera uma sensação de desconforto imediatamente. Mas uma pré-aceitação ao processo e a auto-aceitação da doença já são em cinquenta por cento a adesão ao tratamento. Por isso esse procedimento de realizar um trabalho bem elaborado na aceitação à internação é importante para o paciente aderir ao tratamento de maneira mais eficaz.

Por fim, se você tem parente que sofre da adicção, procure ajuda. Se você gostaria de interná-lo para justamente o ajudar, faça-o. Se informe primeiro, pesquise, vá a centros de atenção psicossociais (CAPS) e converse com um profissional da saúde para não se sentir sozinho nessa. Assistentes sociais também pode ajudar muito. Se você possuir planos de saúde, ligue na auditoria dos mesmos e agende uma consulta com um profissional. Pois lembre-se a doença da dependência química é progressiva, incurável e fatal. Sua atitude salvará vidas.

Renan Rugolo Ré
Renan Rugolo Ré

“Não somos responsáveis pela nossa doença, mas somos responsáveis pela nossa recuperação”

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