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Como o Vício Afeta a Família

Normalmente quando falamos de dependência química não estamos apenas falando de uma doença que afeta um único indivíduo apenas, mas também de como o vício afeta a família, e porque o tratamento de todas as partes envolvidas se faz necessário.

Partindo dessa premissa, hoje é cada vez mais comum que exista um conjunto necessário para o tratamento não só de pacientes que são dependentes químicos, mas também das famílias desses usuários.

Como sempre falamos em nossos artigos, os laços entre familiares e dependentes se afrouxam ou até mesmo se rompem, isso em função das atitudes do usuário, tanto na fase de abstinência do narcótico, quanto na fase de esconder os resultados da drogadicção onde mentira e a manipulação se fazem presentes.

Conforme estudos praticados desde a década de 70 em relação ao vício de pessoas em drogas e medicamentos a OMS, em protocolo, instaurou que a dependência química é uma doença de cunho mental e que necessita de tratamento enfático em diversas áreas. Sendo assim, trazendo para a realidade brasileira, estudos em como o vício afeta a família foram tão importantes que outros órgãos como a Federação Amor Exigente surgiu.

Deste modo, nós das Clínicas Restituindo Sonhos, trazemos para nossos leitores esse artigo que serve especialmente para as pessoas que são afetadas emocionalmente por dependentes químicos. Vamos demonstrar porque é tão difícil lutar contra uma doença como essa, silenciosa, progressiva e mortal.

E quais são os métodos necessários para se tratar, e evitar que o dependente químico, através de suas atitudes, te afete e comprometa emocionalmente. Existem lugares especiais como grupos de apoio para auxiliar familiares de usuários de drogas.

Uma Doença, Vários Fatores

Uma doença difícil de se tratar, e que envolve um esforço não apenas de uma pessoa. Não é como uma dor de cabeça que você simplesmente toma um remédio e ela passa. A dependência química é uma doença que se instala lentamente, e que vai agindo vagarosamente no cérebro, nas atitudes, na personalidade e nos laços.

Ela está mais para uma enxaqueca. Você toma remédio e ela persiste. Perde o dia de trabalho, deita, melhora, mas quando levanta, ela está lá, martelando sua cabeça novamente. E até você descobrir, seja por tentativa ou erro, o que leva você a ter tanta enxaqueca, você ainda continua a sofrer com ela.

Existem diversos fatores que levam uma pessoa a se tornar adicto de uma substância. Podem ser fatores psicológicos, comorbidades, traumas, ou até mesmo comportamentos que já foram trazidos desde a infância para a atualidade, mas que influenciam no consumo de drogas. São considerados os famosos hábitos comportamentais adictivos..

Em contrapartida e como curiosidade, todos os fatores que levam uma pessoa a consumir drogas como os citados acima, também podem ser resultados de consumo abusivo da mesma. Por exemplo, comorbidades como a esquizofrenia, transtorno bipolar e transtornos de ansiedade generalizada, podem ser resultado do consumo pesado de narcóticos.

Entretanto, o mais comum é que a droga seja uma válvula de escape para vários gatilhos. A pessoa não sabe lidar com certa situação desconfortante e recorre à substância para esquecer do problema, entretanto fugir não significa resolver. O problema continua e o ciclo de uso se estabelece.

Fragilidades

As fragilidades emocionais que são frutos da dependência química podem levar a um colapso na própria família. Não é à toa que muitos dependentes químicos pesados se tornam moradores de rua, não culpando a família, mas às vezes por falta de instrução, a mesma não soube como lidar com a situação.

Para pessoas que não sofrem da personalidade adictivas ou que tenham a compulsão para com algo, é difícil ver um pai, filho, mãe ou tios se afundarem em alguma substância, independente de licitude. A pessoa sente a dor, mas não sabe como ajudar porque não compreender como é ter a doença da dependência química.

E é aí o primeiro passo de uma das fragilidades mais conhecidas por familiares de adictos, o sentimento de IMPOTÊNCIA. Sendo assim o vício afeta demasiadamente a família. Ser impotente é estar de mãos atadas para poder lutar contra algo que não se compreende.

Busque Conhecimento

Compreender a dependência química é a primeira forma de se ter armas para ajudar pessoas a lutarem contra a doença. Quanto mais se conhecer sobre o assunto, menos o sentimento de impotência irá se instaurar. E existem diversas formas de se ter esse conhecimento.

  1. Reuniões Abertas de N.A
    Um grupo de respeito, onde já é conhecido pelo imenso trabalho de recuperação de milhões de dependentes químicos ao redor do mundo, os Narcóticos Anônimos são interessantes para expor a problemática da dependência química. Além do mais, entrar em contato com esse órgão, mesmo que não seja adicto, pode ajudar. Além do mais, existem reuniões abertas para familiares entenderem mais sobre a dependência química.

  2. Amor Exigente
    A Federação Amor Exigente é um grupo de apoio importante para pais e pessoas educadoras, justamente para poder entender a temática das drogas e com quais atitudes proceder no âmbito educacional e de orientação dessas pessoas.

  3. CAPS
    Os Centros de Atenção Psicossociais são um braço do SUS brasileiro, com a intenção de cuidar da mente da população do Brasil. Sendo assim, os CAPS realizam conferências com psiquiatras e psicólogos com a intenção de orientar as famílias sobre toda a temática dos transtornos mentais. Além do mais, existem muitas famílias que recorrem a essas instituições para auxílio em como proceder com a internação do familiar.

Força, Foco e Fé

Por fim, entendemos como o vício afeta a família nesta matéria. Ele afeta porque justamente não é uma questão de falta de empatia, é uma questão de não conseguir viver na pele a doença do comportamento adictivo aliado ao consumo de narcóticos.

Entretanto, recorrer ao conhecimento sobre a dependência química é a melhor arma para ajudar pessoas que sofrem da mesma. Entender que é algo difícil de controlar mas que tem tratamento adequado é o primeiro passo para recorrer às formas de tratamento. Além do mais, se houver a necessidade do procedimento de internação, recorra às nossas instituições ou entre em contato com as Clínicas Restituindo Sonhos.

Renan Rugolo Ré
Renan Rugolo Ré

“Não somos responsáveis pela nossa doença, mas somos responsáveis pela nossa recuperação”

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