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Mescalina: a nova vilã nas festas rave

As festas rave são muito apreciadas pelo público jovem em diversos lugares do mundo.

Elas têm por características as músicas eletrônicas que são comandadas por um ou mais DJ’s, além de dançarinos, artistas plásticos entre outros que interagem com o público.

As raves costumam acontecer em lugares isolados dos grandes centros urbanos, como em chácaras, sítios ou galpões. Costumam ter longas durações, que facilmente ultrapassam as 12 horas.

Os objetivos das raves, como o de qualquer outra festa é entreter e divertir seu público com suas atrações. Mas infelizmente alguns dos frequentadores das raves confundem diversão com drogas e pensam que uma coisa depende da outra.

Infelizmente as drogas sintéticas – que são aquelas produzidas através de meios químicos com substâncias não encontradas nas natureza – são muito comuns nas raves.

Existem outros tipos de drogas além das sintéticas nas raves, porém as chamadas “balas” são as preferidas entre os participantes. As “balas” são drogas em formatos de comprimidos, por isso o apelido. A mais famosa e comum nas raves do Brasil é o ecstasy, mas existem muitas outras e até mais perigosas como é o caso da metanfetamina que é mais devastadora que o crack.

Essas drogas costumam ser caras, acessíveis apenas para um público de classe média e alta. Cada comprimido pode ser vendido por até R$ 200,00. E os mais baratos, por cerca de R$ 30,00. Os valores variam muito de uma rave para outra.

Os jovens consomem essas drogas com a falsa ilusão de conseguirem mais energia e disposição para aproveitar a festa rave do início ao fim. E isso até acontece, mas as consequências são destrutivas.

O que é a mescalina?

A mescalina é uma substância alucinógena com origem do cacto com o nome de peiote. Este cacto é encontrado nos desertos do norte do México. Ela possui uma forma de pó branco, geralmente consumida por via oral, mas também pode ser injetada.

A mescalina possui efeito antibiótico e analgésico e pode provocar alterações de consciência e percepção, além de distorções de imagem corporal, instabilidade emocional, tremores, taquicardia, hipertensão, visão enevoada e dilatação das pupilas. Isso apenas para citar alguns dos sintomas que a droga pode causar.

A substância tem efeitos semelhantes ao LSD, outra droga sintética popularizada na Inglaterra, nos anos 1960, pelos artistas da época e grupos hippies. Porém, a mescalina pode ser considerada um pouca mais “fraca”.

A mescalina era usada em rituais religiosos por tribos indígenas no período anterior a colonização das Américas, mas apenas foi sintetizada em 1919. Alguns anos depois, mais precisamente em 1927, seus efeitos no corpo humano foram descritos.

Somente na década de 1960, a mescalina foi popularizada graças ao escritor peruano Carlos Castañeda, que tinha grande interesse em plantas medicinais e acabou conhecendo o índio “bruxo”  Don Juan Del Peiote que se tornou personagem principal de um de seus livros, o best seller A Erva do Diabo. Logo após o lançamento do livro, Castañeda se tornou um guru para o movimento hippie e a contracultura.

No Brasil, a mescalina não é tão popular, mas recentemente fez com que três jovens fossem internados após consumi-la.

O fato ocorreu no dia 12 de outubro deste ano (2019) em uma festa rave na cidade de Guarapari – ES. Além dos três jovens internados, a polícia suspeitou que outras pessoas também passaram mal por causa do consumo da mescalina na festa rave, porém o levantamento ainda seria feito.

A mescalina pode ser comercializada em forma de comprimido, gel e até mesmo chicletes. E, apesar de ter um poder destrutivo muito alto, a possibilidade de causar dependência é baixa, segundo estudos médicos.

Falando em dependência química, a Clínica Restituindo Sonhos é uma instituição com mais de 10 anos ajudando pessoas que sofrem deste mal a terem uma vida melhor e mais saudável, longe das drogas.

Se você conhece alguém que esteja passando por problemas referentes ao alcoolismo ou dependência química, entre em contato conosco, agende uma visita e venha nos conhecer pessoalmente!